O maldito rosto angelical ressurge.
Ela no vestido branco manchado de prazer,
Ela com o longo cabelo negro atormentado,
Ela e só a alma lasciva ri.
E as luzes claras já não mais aparecem
E o vento leva todo o suave perfume passado
E o sangue atraiçoado borbulha, sofre.
O desejo exorbitante sufoca, mata, foge.
A última gota de vinho vai-se.
A taça esvaziou-se; mentiras, agora, bastam.
Alysson Kálleb
2 comentários:
Uma noite na taverna...
há! o comentário anterior meio que é o que eu pensei, mas na verdade eu ia escrever:
byroniano!
se ela estivesse morta e vc tarado seria perfeitamente alvares!
gosto bem mais assim, apesar de me lembrar demais dos meus 14 anos... época estranha da minha vida, preenchida por meninas de vestidos sombrios ao vento...
ainda bem q superei. medo dessas coisas
hahahahahahahaha
xD
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