Sentindo o desejo encoberto.
Tiro!
Na rua,
Comendo o recheio da carteira roubada.
Tiro!
Na janela,
Esperando a fuga do fôlego.
Tiro!
No céu,
Voando almas trausentes.
Tiro!
No sono,
Escurecendo no desespero.
Tiro!
Na calçada,
Buscando algumas notas de prazer sofrido.
Tiro!
No relógio,
Contando as batidas infinitas.
Tiro!
Na urbe,
Percorrendo estranho perdido.
Tiro!
Na boca,
Escorrendo a última gota de vida.
Tiro!
Suor tem tiro.
Tiro, tiro, tiro.
Alysson Kálleb
Um comentário:
sabe, a gente tme q começar a escrever cartas um pro outro, assim qdo formos escritores reverenciados, vao poder editar umlivro de correspondências e tentar compreender como umidealista cosmólatra egocentrico e pervertidocomo eu se dava bem com voce e suas poesias re-modernistas e toda a sua consciencia extra-self
xD
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